Agente virtual white-label para WhatsApp, com alucinação controlada, memória persistente e qualificação de leads em tempo real. Atende, entende e entrega o próximo passo — sempre dentro das regras do seu negócio.
O Castro Talk nasceu de uma constatação simples: a maior parte das empresas que vive de WhatsApp não perde cliente por falta de produto, mas por falta de resposta. A fila cresce à noite, no fim de semana e no feriado, e quando o atendente humano chega, o lead já esfriou. O agente resolve exatamente essa janela — atende no instante em que a pessoa escreve, conduz a conversa até o ponto em que a decisão precisa de gente, e entrega o histórico organizado para quem vai assumir.
A diferença em relação a um chatbot convencional está no rigor. Cada resposta é ancorada nas regras reais do negócio — convênios aceitos, faixas de preço, tipos de consulta, tratamentos, exames — expressas em camadas de linguagem natural que o agente consulta antes de falar. Assim, o modelo não inventa: ele responde a partir do que a empresa definiu, e quando a pergunta escapa desse escopo, ele encaminha em vez de arriscar. Alucinação, aqui, não é um risco aceito de forma passiva; é uma métrica acompanhada versão a versão.
O agente é white-label. Ele assume o nome, o tom e a personalidade da sua marca — na Varizemed, por exemplo, ele atende como Val, e o paciente conversa com a clínica, não com um fornecedor de tecnologia.
Por decisão de segurança, o agente não escreve na agenda do cliente nem confirma horário por conta própria. Diante de um pedido de marcação, ele oferece dois caminhos: entrega o link oficial de agendamento, para que a própria pessoa escolha o horário no sistema da clínica, ou encaminha para um atendente humano, que assume a conversa com todo o contexto já coletado. Escrita em agenda é ação irreversível com impacto direto no cliente final — e ação irreversível não se delega a um modelo de linguagem.
O agente identifica a intenção, coleta o essencial, atualiza a qualificação do lead durante a conversa e apresenta as duas saídas possíveis. A pessoa escolhe; o sistema registra e gera protocolo.
Nada aqui é enfeite: cada recurso existe porque uma operação real precisou dele.
Convênios, preços, consultas, tratamentos e exames descritos como conhecimento consultável — não como script engessado.
O histórico acompanha o contato entre sessões. Quem volta depois de uma semana não recomeça do zero.
A etiqueta de qualificação do lead é atualizada durante a conversa, conforme o que a própria pessoa responde.
Escopo fechado, respostas ancoradas e taxa de alucinação medida a cada versão do agente.
Ao passar para a equipe, o atendente recebe a conversa inteira, a qualificação e o protocolo — sem repetir perguntas.
Volume, conversão, jornada e evolução mês a mês, num relatório que o gestor lê sem precisar de analista.
A mensagem chega pelo WhatsApp Business e entra na fila do bot, disponível 24/7.
O agente identifica a intenção e consulta as regras do negócio antes de responder.
A etiqueta do lead é atualizada em tempo real e fica visível para a equipe.
Link oficial ou atendente humano, com protocolo e histórico completos.
Todo agente que colocamos no ar vem acompanhado de relatoria. Mensalmente, o gestor recebe um documento que mostra volume de conversas, distribuição do funil, taxa de conversão, reaberturas e a evolução em relação aos meses anteriores. Não é um painel decorativo: é o insumo com que decidimos, juntos, o que muda na próxima versão.
No caso da Varizemed, esse acompanhamento revelou algo que nenhuma métrica isolada mostraria — a origem dos leads pesa mais na conversão do que qualquer ajuste de fluxo conversacional. Foi a leitura dos dados, e não a intuição, que redirecionou a discussão para onde o ganho realmente estava.
Toda conversa do agente fica auditável na caixa de entrada, com protocolo, dono do lead e histórico completo. Ver o Castro Chat →
Base legal definida por operação, retenção com prazo, redação de dados sensíveis e contrato de tratamento com o controlador. Política de privacidade →
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